Contrato coletivo foi centralizado pela Confederação Brasileira de Futebol

A cota de televisão da Série B vai aumentar significativamente para a temporada 2021, informa o ‘Tribuna‘. Os times que aderiram ao contrato coletivo centralizado pela CBF receberão R$ 7,8 milhões cada (valor bruto). Em 2020, a quantia era de R$ 6 milhões – ou seja, incremento de 23%. Coritiba, Londrina e Operário devem receber o valor.

“Houve um aumento importante de receita”, afirma o diretor executivo da Associação Nacional de Clubes de Futebol, Leonardo Oliveira. A entidade representa 22 times das Séries A, B e C.

“A gente conseguiu na negociação, acertando alguns pontos dentro do próprio contrato que precisam ser ajustados todos os anos, subir a verba para quase R$ 8 milhões. Tirando os impostos, o valor fica em torno de R$ 7,5 milhões”, emenda o dirigente, ex-presidente do Paraná Clube. Dos times rebaixados da Série A, Coritiba e Goiás já acertaram sua entrada no acordo coletivo. Por outro lado, enquanto a diretoria do Botafogo ainda não oficializou sua decisão, o Vasco já deixou claro que não vai aderir.

Neste caso, o Cruzmaltino apostará nos ganhos variáveis do pay-per-view (PPV), proporcionais à sua fatia de torcedores assinantes. Porém, como sua base de torcedores é grande, o time espera conseguir cerca de R$ 30 milhões, de acordo com o jornalista Rodrigo Mattos, do UOL, quase quatro vezes mais do que os rivais. O Cruzeiro, que não conseguiu o acesso à elite na temporada passada, também decidiu permanecer com o PPV. A Raposa fez R$ 22,6 milhões na Segundona.

Além da cota de TV, os times da Série B também receberão um auxílio logística da CBF para cobrir gastos com viagem e hospedagem.

Por NCG.news / Foto:Felipe Fachin