“Nós distribuímos a cartilha para todas as nossas usuárias, para redes de proteção e através das redes sociais, porque a ideia é que o maior número possível de pessoas tenham acesso e tomem conhecimento de uma forma mais objetiva, simples e com uma linguagem acessível sobre o que é violência contra a mulher e onde essa mulher pode se socorrer”, comenta a professora Maria Cristina Rauch Baranoski, coordenadora do Numape.

O documento apresenta a definição de termos como “violência contra a mulher”, “violência de gênero”, explica o ciclo da violência e os diferentes tipos de violência e detalha a Lei Maria da Penha e o uso de Medidas Protetivas de Urgência. A cartilha também responde dúvidas frequentes e apresenta informações para atendimento de vítimas.

Da assessoria.