O governo brasileiro não faz parte de uma lista de mais de 50 países e entidades internacionais que se reuniram nesta quinta-feira para traçar uma estratégia para uma recuperação sustentável do mundo pós-pandemia.

O evento, sob comando da ONU, foi liderado pelo primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e da Jamaica, Andrew Holness. Banco Mundial, FMI e outras instituições também estiveram presentes.

Países como Argentina, Haiti, Costa Rica e Colômbia, além da UE, França, Alemanha, Japão e Reino Unido fazem parte da lista de países que farão parte do debate. O governo de Donald Trump tampouco faz parte da iniciativa.

A coluna apurou que, para participar do encontro, países teriam de ser representados pelo chefe-de-estado ou de governo. Todos, inclusive Jair Bolsonaro, foram convidados.

Seis grupos de trabalho para lidar com diferentes assuntos iniciarão agora uma negociação e avaliação de medidas concretas. Em julho, propostas serão apresentadas sobre financiamento de países em desenvolvimento, suspensão da dívida, clima e a reconstrução do mundo sob novas bases. “Lançamos uma parceria para pensar em soluções reais”, declarou o primeiro-ministro da Jamaica.

Antonio Guterres, secretário-geral da ONU, confirmou que a reunião foi “o maior evento” entre chefes-de-estado e de governo desde o começo da pandemia. Pedindo “humildade”, o chefe da diplomacia das Nações Unidas mandou um recado a líderes que não estejam levando a crise à sério: “recusar a gravidade é arrogância”.Trudeu indicou que o mundo “começou uma conversa sobre como sair dessa crise com um mundo mais forte”.

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Por DPontaNews