Um médico ginecologista suspeito de abusar sexualmente de pelo menos nove mulheres foi alvo da operação “Dignitas”, da Polícia Civil do Paraná, na manhã desta quarta-feira (22). A equipe policial cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Paranaguá, no Litoral, na residência e na clínica do profissional. O médico está sendo investigado por diversos crimes contra a dignidade sexual de pacientes.

A Justiça determinou que o médico seja monitorado com tornozeleira eletrônica e também decidiu por mais medidas cautelares restritivas. Com isso, o ginecologista não deve se ausentar do país, deve fazer recolhimento domiciliar no período noturno, foi proibido de ter contato com as vítimas e de exercer a profissão. Ainda, a inscrição médica do suspeito deve ser suspensa.

As investigações da polícia começaram depois que uma paciente procurou a delegacia relatando ter sido abusada durante um atendimento. Depois que o caso repercutiu na mídia, novas vítimas começaram a denunciar o ginecologista. Em maio, na época em que as investigações começaram, o advogado do médico se pronunciou afirmando que os casos se tratavam de mal entendidos e ressaltou que o profissional já atuava na área há mais de 40 anos.

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