O relator afirma que, todas as vezes que foi chamada, a empresa responsável pelo sistema esteve presente e esclareceu todos os questionamentos da Comissão. “Este trabalho somente pôde ser desenvolvido graças a incondicional cooperação de diversas pessoas que, por razão de ofício ou com o intuito de colaborar para o esclarecimento da verdade, não se omitiram em face das solicitações que lhes foram apresentadas…”

De acordo com o documento, a própria Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes alega que não conseguiu colocar em prática todos os produtos que poderiam estar disponíveis. “Diante das informações prestadas pelos servidores e representantes da empresa contratada, é possível concluir que os PDV´s são subutilizados, uma vez que restou demonstrado, de forma cristalina, que é uma ferramenta completa, podendo absorver inúmeros serviços inerentes da Administração Pública, tais como de processar o pagamento de impostos, taxas e demais emolumentos da administração.”

Outros dois vereadores, que fizeram parte da Comissão, entenderam que deveriam elaborar um relatório à parte, sugerindo que não houve improbidade administrativa por parte do presidente da AMTT por não existir dolo nas ações diante os fatos investigados. “Não há que se falar em improbidade administrativa, pois em nenhum momento houve conduta dolosa ou culposa por parte do Sr. Roberto Pelissari. A existência de pontos a serem otimizados no projeto do Estar Digital não caracteriza uma conduta negligente ou impoderada, até porque se trata de um projeto inovador, que carece de precedentes…”

Os relatórios seguem agora para outros órgãos competentes que devem analisar as conclusões finais.

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