A Comissão Executiva da Assembleia Legislativa do Paraná reprova a posição defendida pelo deputado estadual Homero Marchese (Republicanos), que manifestou-se contrário à criação da Bancada Parlamentar Feminina em pronunciamento na sessão desta terça-feira (26) da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Na avaliação do grupo diretivo, a manifestação do referido deputado, durante a fase de discussão do projeto de resolução 5/2022, demonstra profundo desconhecimento e indiferença frente às dificuldades e barreiras impostas às mulheres na sociedade brasileira, e pode ser classificado como retrógrado, machista e misógino.

A proposição assinada pelas cinco deputadas estaduais com cadeira no legislativo estadual altera normas do regimento interno e, além de criar a Bancada Feminina, estabelece que 30% da Mesa Diretora seja ocupada por mulheres.

A Comissão Executiva da Assembleia Legislativa entende que a iniciativa é um importante instrumento para aumentar a representatividade feminina ao quebrar paradigmas do campo político, que é majoritariamente ocupado por homens, e defende a aprovação da proposta das deputadas estaduais Cristina Silvestri (PSDB), Cantora Mara Lima (Republicanos), Mabel Canto (PSDB), Maria Victória (PP) e Luciana Rafagnin (PT).

Marchese afirmou que as mulheres formam a maioria da população e, portanto, não há razão para a criação de um bloco parlamentar que seria representativo das minorias. Ele acrescentou que a reduzida presença feminina no universo político é uma escolha feita pelas mulheres. “Vai estabelecer um benefício para uma minoria que foi escolhida por uma maioria”, disse o deputado.

da Alep             

Foto: Orlando Kissner/Alep

A Comissão Executiva da Assembleia Legislativa do Paraná reprova a posição defendida pelo deputado estadual Homero Marchese (Republicanos), que manifestou-se contrário à criação da Bancada Parlamentar Feminina em pronunciamento na sessão desta terça-feira (26) da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Na avaliação do grupo diretivo, a manifestação do referido deputado, durante a fase de discussão do projeto de resolução 5/2022, demonstra profundo desconhecimento e indiferença frente às dificuldades e barreiras impostas às mulheres na sociedade brasileira, e pode ser classificado como retrógrado, machista e misógino.

A proposição assinada pelas cinco deputadas estaduais com cadeira no legislativo estadual altera normas do regimento interno e, além de criar a Bancada Feminina, estabelece que 30% da Mesa Diretora seja ocupada por mulheres.

A Comissão Executiva da Assembleia Legislativa entende que a iniciativa é um importante instrumento para aumentar a representatividade feminina ao quebrar paradigmas do campo político, que é majoritariamente ocupado por homens, e defende a aprovação da proposta das deputadas estaduais Cristina Silvestri (PSDB), Cantora Mara Lima (Republicanos), Mabel Canto (PSDB), Maria Victória (PP) e Luciana Rafagnin (PT).

Marchese afirmou que as mulheres formam a maioria da população e, portanto, não há razão para a criação de um bloco parlamentar que seria representativo das minorias. Ele acrescentou que a reduzida presença feminina no universo político é uma escolha feita pelas mulheres. “Vai estabelecer um benefício para uma minoria que foi escolhida por uma maioria”, disse o deputado.

da Alep                  Foto: Orlando Kissner/Alep