No comando da unidade desde a última sexta-feira, 11 de dezembro, Cibele Munhoz Amato, que já é servidora do Instituto Chico Mendes (ICMBio) há 13 anos e atuava havia três anos no setor de Uso Público do Parque Nacional do Iguaçu, usará sua consolidada experiência em gestão estratégica, administração pública, estudos de concessão, projetos e competências interpessoais para gerir o parque para todos.

“Quero e vou conversar com todas as entidades e segmentos envolvidos para o desenvolvimento sustentável do Parque Nacional do Iguaçu. Nós vamos continuar este belo trabalho desenvolvido até aqui, por uma série de atores, entre eles funcionários, entidades, parceiros, concessionárias, pesquisadores, trade turístico e visitantes. Faço um destaque para todos os gestores que me antecederam, em especial ao Ivan Baptiston, que esteve à frente da unidade nos últimos cinco anos e deixou um importante legado”, ressaltou.

Para Cibele, o trabalho que se inicia está pautado em dois eixos: o primeiro é o reconhecimento e valorização de todas boas práticas, relacionamentos e projetos desenvolvidos até o momento; o segundo, estruturar e organizar melhorias para o parque que precisamos e queremos para os próximos anos. “Tudo isso nós vamos construir juntos. Convido todas as entidades a somarem neste novo capítulo que está começando.”

Caminhada – A experiência, a trajetória profissional e a formação da primeira mulher a comandar o Parque Nacional do Iguaçu, desde sua criação, em 1939, são consistentes e focadas na gestão pública, gestão de projetos, gestão estratégica e gestão de áreas de conservação. Cibele Munhoz Amato é mestre em Ecologia e Conservação e possui formação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Cibele foi chefe da Divisão de Administração e Finanças do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), gestora do Parque Nacional do Superagui, em Guaraqueçaba (PR), comandou a Floresta Nacional do Assungui, em Campo Largo (PR), foi coordenadora de formação ambiental na Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre), em Curitiba, e integrou como pesquisadora a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS).

Da assessoria/Foto Destaque: Wemerson Augusto.