Não há dúvidas de que a demissão de Castor de Mattos, é um grande passo no combate aos abusos, às violações das garantias processuais e constitucionais, praticados durante o mais recente período das trevas tupiniquim.

Sob a bença daqueles que não erram, integrantes do MP e do Judiciário, se valendo da proteção de suas togas, atuaram em busca de um fim. Entretanto, esse fim não era a aplicação do Direito, não era aquele para o fim ao qual recebem seus polpudos salários financiados pelos cofres públicos.

Talvez sejam usados de meros bodes expiatórios para albergar outras autoridades que, com afinco, violaram direitos e garantias, que ultrapassaram de forma deliberada e consciente todos os limites processuais.

Assim, todo o trabalho da grande mídia, dos partidos de direita, dos autointitulados “apartidários” não teve exatamente o final que era o planejado, que seria um presidente do NOVO e digo, caros leitores, sem nenhuma dúvida, se o ocupante do posto mais importante da República não fosse quem é, Moro e cia. ainda seriam deuses patriotas.

A toga está molhada, pelo temor da punição e pela raiva do plano não completo. Pelo povo que perdeu seu ganha pão, governado por um presidente abestalhado, espero que a justiça, a verdadeira, venha a jato.

Por Requião Filho